Por Mares Nunca d’Antes Navegados

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No passado dia 19 de Novembro de 2016, a Magnífica fez mais uma deslocação que reforça o espírito aventureiro e destemido que reside no âmago destes tunos.

Repetindo feitos antigos, cumprimos mais uma internacionalização, seguindo, no entanto, o bom velho slogan português do “venha para fora cá dentro”: em vez de morosas viagens de comboio para a vizinha Espanha ou mesmo França, ou burocráticas demandas aéreas em img_20161119_172714busca de Genebra, Luxemburgo ou, quiçá, Londres, decidimo-nos pelo 738 da Carris, e deslocámo-nos até à Casa dos Açores, na nossa querida Lisboa.

Foi nessa embaixada açoriana que, a convite da TUCA – Tuna Universitária Corsários dos Açores (à qual agradecemos, desde já, o convite), e no âmbito da sua II Matiné de Tunas, deleitámos o público com as nossas músicas, para além do pezinho de dança que, a par das estudantes de Erasmus que aceitaram o convite, decidimos proporcionar aquando da actuação da tuna anfitriã.

Para além dos Piratas e da Magnífica, abriu a Matiné a TMIST – Tuna Mista do Instituto Superior Técnico, com uma actuação vibrante e animada. À TMIST e à Venusmonti foi dado ainda um presente, um néctar espirituoso manufacturado como só os corsários da TUCA o sabem.

O convívio dos nossos tunos, não obstante a img_20161119_172738barreira linguística que de outro modo dificultaria a socialização com gente d’além mar, foi bastante facilitado pelo facto de metade dos presentes serem eles próprios insulares. Este elo de ligação, apesar de contribuir para a criação de amizades entre as tunas, não deixou de preocupar a outra metade da Venusmonti, que temeu a deserção desses membros e a sua listagem nas fileiras dos Corsários dos Açores.

No final não desertaram os insulares, mas fugiram uns quantos continentais ainda a noite era uma criança, pois começara o jogo de beer pong, e a infame reputação dos corsários nesse jogo logo determinou a mudança de rumo de volta para a paragem do 738. Ficará para uma próxima, talvez.

Quanto aos que, decidindo não manchar a reputação da Venusmonti, ficaram em representação, sabe-se pouco, mas sem dúvida não terão naufragado nessas perigosas marés açorianas, dada a sua destreza no manuseamento de bolas.

XVIII Encontro de Tunas de São Brás de Alportel – Uma Viagem pelo Al-Gharb

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Neste fim de semana fomos passear até à terra de São Brás de Alportel. Saídos de Lisboa, chegámos a Albufeira, via Alfa-Pendular, pelas 21:15. A viagem foi bastante normal, com tempo para enviar mensagens a alguns membros, fingindo ser one-night stands esquecidas no nevoeiro do alcoolismo.
p_20161105_1325571Pernoitar no resort Villas Rufino não só deu para cantorias e regabofe noite dentro como mergulhos na piscina e torneios de ténis. Desta ocasião há a destacar os talentos do Federer dos Olivais e do Djokovic de Olhão, as eternas-promessas do ténis nacional.

 

Após um forte reforço alimentar no McDonald’s de Albufeira, seguimos viagem para Faro nos regionais algarvios, onde chegámos bem cedo, o que permitiu, sem receio de atrasos, termos como guia um tipo que não andava em Faro há quase uma dúzia de anos.

img_20161105_160225Antes de rumar  a São Brás, destino final desta epopeia, houve ainda tempo para embelezar o jardim da Alameda João de Deus. Ocupando uma dezena de cadeiras, tocámos músicas novas e velhas, distribuindo a folia e vivacidade que nos é tão característica.
No meio, as insígnias que carregamos para todo lado, as cores e bandeira da nossa Tuna e as cores da cidade de Lisboa, alma mater e berço da VenusMonti.
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Já em São Brás, coube-nos abrir o Encontro de Tunas Académicas de São Brás de Alportel, onde partilhámos palco com as Tunas Femininas Ferventis – Tuna Feminina da Universidade do Algarve, T.A.S.C.A. – Tuna Académica de Setúbal Cidade Amada e a Real Tuna Infantina.

Este evento, organizado pela Associação Cultural Sambrasense conta já com 18 edições, sendo um evento de Tunas de referência a nível regional e nacional na zona sul do país.

 

Uma vez em palco, pudemos apresentar, perante um Cine Teatro de São Brás lotado, o que melhor a VenusMonti faz, tocar e cantar.

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Um enorme obrigado à Associação Cultural Sambransense pelo convite, organização, festança mas, acima de tudo, pelas memórias e lembranças.

Um segundo agradecimento especial à Jéssica, colega da Faculdade de Direito de Lisboa, e à Andreia. Isto não teria tido tanta piada sem vocês.

 

 

“Vais parti-la…”