Houve Tuna

E já passou mais um. Se a quarta edição correu bem, podemos dizer que a quinta correu ainda melhor, e deste lado esperamos que quem fez parte da festa tenha desfrutado.

Passaram duas semanas desde o V Instância, semanas essas que serviram para hibernar e/ou estudar tudo o que a preparação e realização do Festival não nos tenha eventualmente permitido adiantar (mas que não se apoquentem os professores, que estes tunos da VenusMonti são malta rija, não fossem eles liderados pelo nosso Lupi, que já perdeu um olho na guerra). E é com esta justificação que só agora lançamos este artigo, nunca por esquecimento ou preguiça.

O ano passado cumprimos um sonho antigo, e com o crescimento da VenusMonti, não só em quantidade, mas também em qualidade, só fazia sentido repetir a dose. Desta vez, já com os calos do ano passado, e com novos desafios que se colocaram no nosso caminho, apresentámos um trabalho que acaba por ser o culminar de vários anos de uma evolução contínua da tuna. E depois de dois festivais, sem dúvida estamos no caminho certo.

Temos muito a agradecer às tunas que aceitaram o desafio, pois sem elas a festa não seria possível, e mesmo com as condicionantes que nos foram impostas em algumas situações, não desanimaram e mantiveram a boa disposição. É claro que um Festival não se faz só do forrobodó, e o Instância não foi excepção. Também a estas tunas se deveu a elevada qualidade musical (e artística no geral, que os pandeiretas e estandartes também são gente) que todos pudemos apreciar, na Noite de Serenatas e na actuação na Aula Magna. Por isso, à Agricultuna, à Versus Tuna, à TAFUL e à TUB, muito obrigado, e às guias, um imenso obrigado por nos ajudarem a aturar estes rapazes. Às colegas da Barítuna também vai um beijinho de agradecimento.

Um especial agradecimento é também dirigido às instituições da nossa casa: à AAFDL pelo apoio constante ao longo destes anos, em especial para o festival, que mais uma vez se realizou, graças não só ao seu apoio financeiro, mas também devido aos contactos fornecidos e à publicidade; à direcção da nossa Faculdade, que nos cedeu os espaços para o evento, e que ajudou também nas despesas relativas à Aula Magna.

Também temos muito a agradecer à Sagres e à Bebilusa, cujo álcool foi uma constante no sangue de todos nós, aos Pastéis de Belém, que não deixaram os nossos níveis de açúcar em baixo, e à Paladin, que sem dúvida temperou tanto os nossos corações como as nossas bifanas.

Aos Bombeiros de Camarate, que já pelo segundo ano consecutivo asseguraram o piquete de segurança e a estadia de alguns
tunos, o nosso imenso obrigado. Agradecemos também à RPM Som, na pessoa do Sr. Rui, que nos garantiu o som e as luzes para o espectáculo.

Um obrigado também à Reprografia Vermelha, na pessoa do Sr, Carlos. À Rede UniverCidades e à MaisSuperior, na pessoa do Sr. Samuel Fortunato, pela publicidade para o festival. À Sónia Véstias, pelas fotografias. Ao Raúl e a sua equipa, pela gravação do festival. À Voz Académica, na pessoa da Ana Ameixa, não só pela cobertura do evento, mas também pela divulgação e passatempos.

À Universidade de Lisboa, ao IPDJ, e à Câmara Municipal de Lisboa.

A todos os que não foram mencionados, mas que, de um ou de outro modo, também nos apoiaram, a todos os que fizeram parte desta festa, um grande, grande, grande obrigado.

 

(E, quem sabe, um até já)

 

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