Tuna Casamenteira

Pela segunda vez consecutiva, a VenusMonti foi convidada a esperar pelos noivos de Santo António à porta da Câmara Municipal de Lisboa. Não lhes atirámos arroz, que os pobres coitados não mereceriam tal martírio (os nossos tunos são muito bons atiradores), mas tocámos umas músicas que cá conhecemos.

Anterior a este acontecimento, cerca de uma semana antes, fomos convidados pela RTP para tocar no programa “Agora Nós”, que por esses dias se dedicou aos casórios. Demos então um cheirinho à audiência, e a mesma pôde atestar a qualidade dos tunos, não só a nível físico, mas também a nível performativo.

Nessa passagem pela TV (olá mãe!), antes de tocarmos o nosso Hino, tivemos tempo de passar pelo museu da RTP, onde, por entre outras relíquias, encontrámos o troféu que o Salvador Sobral esbulhou em Kiev (na verdade era uma versão mais pequena, mas pelas fotos que tirámos não se nota nada), e gravámos umas notícias de última hora num estúdio que por lá havia.

 

 

Quando chegou o dia dos casamentos, os nossos tunos foram rijos, como seria de esperar. Todos trajados, de plantão em frente à Câmara Municipal, sob  um abrasador sol de meio-dia, esperando pela deixa visual para dar início à música. Nenhum vacilou, a espera foi longa mas valeu a pena. Saíram os noivos para a varanda, a tuna começou a tocar, soltaram os balões. Os noivos desceram cá para baixo, a tuna tocou mais um bocado, dançaram os noivos e o público. Aqui tocámos o nosso mais recente original, Luz de Lisboa, e continuámos com a Se Tu Soubesses e a nossa adaptação do Pica do 7, do António Zambujo.

Nós tocámos, todos gostaram e aparecemos na televisão. Foi um dia bom. Estava era calor.