Linda Leiria

Os nossos tunos acabaram de vir de Leiria, onde ocorreu o 1º Tum’A Fest, um evento realizado pela Tum’Acanénica que, depois de uma maré de azar, ficou sem os seus instrumentos musicais, revertendo a verba deste evento para a compra de instrumentos novos.
Por isso mesmo, e apesar de nos encontrarmos em plena e turbulenta época de exames orais e de coincidências na nossa querida faculdade, fizemo
s os possíveis para aceder à chamada da Tum’A, e mesmo sendo poucos, comemos e bebemos como se fôssemos muitos, honrando o mais que pudemos a componente solidária do evento.

 

 

Devido à falta de quórum, não subimos a palco, mas tal não diminuiu a qualidade das actuações, para não falar da quantidade, pois segundo consta, juntaram-se 16 tunas no Tum’A Fest. Não nos abstivemos no entanto de, ainda que fora do palco, participar no convívio e no forrobodó com todas astunas presentes.

 

 

 

Resta-nos deixar aqui uma palavra de agradecimento a todas as tunas presentes, que contribuíram para o ambiente fantástico que se viveu, e em especial à organização, pois o esforço realizado valeu sem dúvida a pena, e pelo alojamento proporcionado. Aos nossos guias, Baco vos pague porque realmente é preciso uma paciência de santo para nos aturarem, sorte a vossa que fomos poucos.

O único senão que nos podemos queixar é o facto de termos achado as ruas de Leiria demasiado sinuosas, especialmente à saída da festa, para além dos caixotes do lixo que se metem no caminho das pessoas a meio da noite.

 

10 de teste, 12 final, salvou-se o Natal

Duas noites passaram após o fim das frequências na passada sexta-feira, duas noites houve de forrobodó.

Na primeira, a tuna jantou pizza e foi dar uma volta pela sala de estudo, onde os estudantes trocaram as vestes quotidianas pelos vestidos e fatos de gala, e as torres de livros pelos pratos recheados de iguarias. O nosso Urso, médio direito adaptado a tuno, foi aclamado e levado a ombros pela equipa de futebol. Parecia que que queriam ficar com ele, mas como o pobre rapaz já tinha passagem aérea marcada para ir passar o Natal ao Pico, e após alguma insistência, lá o acabaram por devolver.

Recuperado o nosso Urso, e depois da visita ao jantar, ainda houve tempo para se discutirem os termos de uma eventual transferência de uma jovem promessa madeirense, para o segundo semestre. A noite não acabou aí, e a VenusMonti foi de seguida para o Real República de Coimbra, onde se juntou à TUCA – Tuna Universitária Corsários dos Açores, para compensar pelas as imperiais não bebidas no beer pong.

Na segunda noite, a matilha foi até à Praça Paiva Couceiro, actuar a convite da Junta de Freguesia da Penha de França, a par da Magna Tuna Apocaliscspiana – Tuna Académica do ISCSP, a TUNASSA – Tuna Feminina do Instituto Superior de Agronomia, e a TFISEL – Tuna Feminina do ISEL.
Tratando-se da única tuna masculina presente, os nossos tunos quiseram mostrar os seus dotes físicos logo à entrada do petisco que antecedeu a actuação, arregaçando as mangas e pegando no primeiro peso que encontraram. A pobre vítima foi o nosso Rapas, que somando às contas a sua cadeira, levava cerca de 350 quilos. Por mero acaso, calhou ser preciso subir os dois degraus que o separavam do pitéu, e a tentativa de exibicionismo foi tomada como um acto altruísta.

Aquando da actuação, com as nossas músicas deleitámos, como é hábito, o público presente, e na das tunas restantes, não deixámos de dar o nosso contributo para a festa tanto dentro como fora do palco, pois para além das danças e do tradicional comboio, quando foi a vez da TUNASSA subir a palco, as raparigas convidaram alguns dos nossos a subir a palco para cantar uma das suas músicas. A esse convite não disseram que não, e o facto de não conhecerem a música não os desmotivou, cantando aliás com mais fervor e afinco.

Feitos os estragos e finda a actuação, a Venusmonti voltou para casa, e à terceira noite, a tuna descansou.

Por Mares Nunca d’Antes Navegados

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No passado dia 19 de Novembro de 2016, a Magnífica fez mais uma deslocação que reforça o espírito aventureiro e destemido que reside no âmago destes tunos.

Repetindo feitos antigos, cumprimos mais uma internacionalização, seguindo, no entanto, o bom velho slogan português do “venha para fora cá dentro”: em vez de morosas viagens de comboio para a vizinha Espanha ou mesmo França, ou burocráticas demandas aéreas em img_20161119_172714busca de Genebra, Luxemburgo ou, quiçá, Londres, decidimo-nos pelo 738 da Carris, e deslocámo-nos até à Casa dos Açores, na nossa querida Lisboa.

Foi nessa embaixada açoriana que, a convite da TUCA – Tuna Universitária Corsários dos Açores (à qual agradecemos, desde já, o convite), e no âmbito da sua II Matiné de Tunas, deleitámos o público com as nossas músicas, para além do pezinho de dança que, a par das estudantes de Erasmus que aceitaram o convite, decidimos proporcionar aquando da actuação da tuna anfitriã.

Para além dos Piratas e da Magnífica, abriu a Matiné a TMIST – Tuna Mista do Instituto Superior Técnico, com uma actuação vibrante e animada. À TMIST e à Venusmonti foi dado ainda um presente, um néctar espirituoso manufacturado como só os corsários da TUCA o sabem.

O convívio dos nossos tunos, não obstante a img_20161119_172738barreira linguística que de outro modo dificultaria a socialização com gente d’além mar, foi bastante facilitado pelo facto de metade dos presentes serem eles próprios insulares. Este elo de ligação, apesar de contribuir para a criação de amizades entre as tunas, não deixou de preocupar a outra metade da Venusmonti, que temeu a deserção desses membros e a sua listagem nas fileiras dos Corsários dos Açores.

No final não desertaram os insulares, mas fugiram uns quantos continentais ainda a noite era uma criança, pois começara o jogo de beer pong, e a infame reputação dos corsários nesse jogo logo determinou a mudança de rumo de volta para a paragem do 738. Ficará para uma próxima, talvez.

Quanto aos que, decidindo não manchar a reputação da Venusmonti, ficaram em representação, sabe-se pouco, mas sem dúvida não terão naufragado nessas perigosas marés açorianas, dada a sua destreza no manuseamento de bolas.

XVIII Encontro de Tunas de São Brás de Alportel – Uma Viagem pelo Al-Gharb

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Neste fim de semana fomos passear até à terra de São Brás de Alportel. Saídos de Lisboa, chegámos a Albufeira, via Alfa-Pendular, pelas 21:15. A viagem foi bastante normal, com tempo para enviar mensagens a alguns membros, fingindo ser one-night stands esquecidas no nevoeiro do alcoolismo.
p_20161105_1325571Pernoitar no resort Villas Rufino não só deu para cantorias e regabofe noite dentro como mergulhos na piscina e torneios de ténis. Desta ocasião há a destacar os talentos do Federer dos Olivais e do Djokovic de Olhão, as eternas-promessas do ténis nacional.

 

Após um forte reforço alimentar no McDonald’s de Albufeira, seguimos viagem para Faro nos regionais algarvios, onde chegámos bem cedo, o que permitiu, sem receio de atrasos, termos como guia um tipo que não andava em Faro há quase uma dúzia de anos.

img_20161105_160225Antes de rumar  a São Brás, destino final desta epopeia, houve ainda tempo para embelezar o jardim da Alameda João de Deus. Ocupando uma dezena de cadeiras, tocámos músicas novas e velhas, distribuindo a folia e vivacidade que nos é tão característica.
No meio, as insígnias que carregamos para todo lado, as cores e bandeira da nossa Tuna e as cores da cidade de Lisboa, alma mater e berço da VenusMonti.
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Já em São Brás, coube-nos abrir o Encontro de Tunas Académicas de São Brás de Alportel, onde partilhámos palco com as Tunas Femininas Ferventis – Tuna Feminina da Universidade do Algarve, T.A.S.C.A. – Tuna Académica de Setúbal Cidade Amada e a Real Tuna Infantina.

Este evento, organizado pela Associação Cultural Sambrasense conta já com 18 edições, sendo um evento de Tunas de referência a nível regional e nacional na zona sul do país.

 

Uma vez em palco, pudemos apresentar, perante um Cine Teatro de São Brás lotado, o que melhor a VenusMonti faz, tocar e cantar.

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Um enorme obrigado à Associação Cultural Sambransense pelo convite, organização, festança mas, acima de tudo, pelas memórias e lembranças.

Um segundo agradecimento especial à Jéssica, colega da Faculdade de Direito de Lisboa, e à Andreia. Isto não teria tido tanta piada sem vocês.

 

 

“Vais parti-la…”

Um Adeus

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O dia de hoje marcou um adeus ao finalistas do ano lectivo de 2015/16. Os nossos maiores parabéns e saudações académicas a todos os colegas que acabaram a licenciatura.

 

Este ano marca também o fim de percurso de um membro nosso. Ao Wally um enorme abraço fraterno.

 

“De capa traçada canto até ao fim.”

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Doce Serenata

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A VenusMonti tem cantado, e encantado, inúmeras donzelas com as suas serenatas nos seus 20 anos de existência. Todavia, contam-se pelos dedos de uma mãos as que tiveram uma exigência tão elevada como esta: Abrilhantar o dia de casamento dos noivos.

O momento proporcionou-se a convite do noivo, tendo sido prontamente aceite por nós.

 

Foi um prazer actuar no vosso casamento. As maiores felicidades na vida a dois.

IV Instância – Um Sonho Tornado Realidade

Este fim-de-semana cumprimos um sonho de longa data: conseguir voltar a organizar o nosso Festival, pela primeira vez desde 2004. Foi o resultado de enorme empenho e persistência de todos, e foi aquilo que para nós deve ser um festival: boa música, diversão e celebração da vivência estudantil. Não poderia haver melhor forma de comemorarmos o nosso 20º Aniversário. Um agradecimento especial é devido aos veteranos antigos que estiveram presentes e a todos os tunos que foram essenciais neste percurso de recuperação do património da VenusMonti que encetámos em 2011.

Aos nossos amigos da Barítuna, do Coral Quecofónico do Cifrão – Tuna da FEUC, da Estudantina Académica do ISEL, do Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana, da TAFDUP, da TAFUL – Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa e da TinTuna, muito obrigado por terem feito deste um momento tão especial. Foram gigantes e, sem vocês, toda a organização teria sido em vão. Às Guias, que foram incansáveis, mesmo com sapatos que o conforto esqueceu, os nossos agradecimentos, pela disponibili
dade e atitude ao longo de todo o certame. À AAFDL – Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa pelo reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver, e que se traduziu num apoio indispensável, sem o qual o evento não teria sido possível, e num belo bolo de aniversário. À Direcção da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Official, que nos possibilitou a utilização da Aula Magna e nos cedeu os espaços para a Noite de Serenatas e para as festas do Festival. À António Mineiro e Andrade, Lda, e em especial à pessoa do senhor Ludgero Mineiro, à Caixa Geral de Depósitos, à @Câmara Municipal de Lisboa, à Junta de Freguesia de Alvalade – Lisboa, aos Pastéis de Belém, à Reitoria da Universidade de Lisboa, à Reprografia Vermelha-fdul, que nos forneceu material gráfico de grande qualidade, à Villas Rufino. Ainda a acrescentar um enorme agradecimento Bombeiros Voluntários de Camarate, pela cedência do pavilhão para dormidas e serviço impar de piquete de prevenção durante o evento. Para finalizar, um enorme agradecimento também ao público que esteve na Aula Magna, mesmo com todo o atraso no início e com a hora tardia em que acab
ou o Festival.

A todos os que tornaram possível este Instância o nosso muito obrigado.

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Vinho de pacote e carrinhos de choque em Borba

No passado dia 13 de Novembro, a VenusMonti deslocou-se ao paraíso vitivinícola de Borba para animar com a sua presença inconfundível o Palco Borba Jovem da Festa da Vinha e do Vinho, que aí ocorreu. Foi um fim de semana inolvidável, em que chegámos, vimos e fomos andar de carrinhos de choque, com um rally em carrinha de caixa aberta pelo meio. De seguida, desfrutámos da hospitalidade borbense, comendo e bebendo como se não houve amanhã, e subimos então a palco para actuar.

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Findo o espectáculo, foi momento de conhecer o grande Quim Barreiros e de, como não podia deixar de ser, encantar as borbenses com as nossas serenatas. Não acabou porém aí a aventura, já que regressámos a Lisboa à boleia. Resta fazer um agradecimento à Borba Jovem (que organizou) e ao Clube de Rugby de Borba (que nos forneceu o transporte de volta).

Mais Uma Moedinha, Mais Uma Voltinha

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Neste Domingo, 18 de Outubro, fomos passear à Vila de Famões, a convite da Paróquia local para um evento de angariação de fundos.

Poderiamos resumir assim esta tarde em Famões, mas estariamos a SAM_0021ser poupados nas palavras. O que nos esperou foi uma sala cheia de boa gente que não se coibiu de cantar e dançar connosco. Sob os aplausos de tal público, só pudemos dar o nosso melhor e retribuir com um bom espectáculo musical.

Como nem tudo é música, esta deslocação deu para tudo. Comboios, danças, futeboladas com uma bola de praia (RIP) e piões com um carrinho de compras. E assim se passou mais um Domingo.

Resta fazer um agradecimento à Paróquia de Famões na pessoa do seu padre Ricardo Salvador Ferreira, ao público presente e aos restantes grupos que animaram esta tarde de festa e boa disposição.