IV Instância – Um Sonho Tornado Realidade

Este fim-de-semana cumprimos um sonho de longa data: conseguir voltar a organizar o nosso Festival, pela primeira vez desde 2004. Foi o resultado de enorme empenho e persistência de todos, e foi aquilo que para nós deve ser um festival: boa música, diversão e celebração da vivência estudantil. Não poderia haver melhor forma de comemorarmos o nosso 20º Aniversário. Um agradecimento especial é devido aos veteranos antigos que estiveram presentes e a todos os tunos que foram essenciais neste percurso de recuperação do património da VenusMonti que encetámos em 2011.

Aos nossos amigos da Barítuna, do Coral Quecofónico do Cifrão – Tuna da FEUC, da Estudantina Académica do ISEL, do Grupo de Serenatas da Faculdade de Motricidade Humana, da TAFDUP, da TAFUL – Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa e da TinTuna, muito obrigado por terem feito deste um momento tão especial. Foram gigantes e, sem vocês, toda a organização teria sido em vão. Às Guias, que foram incansáveis, mesmo com sapatos que o conforto esqueceu, os nossos agradecimentos, pela disponibili
dade e atitude ao longo de todo o certame. À AAFDL – Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa pelo reconhecimento do trabalho que temos vindo a desenvolver, e que se traduziu num apoio indispensável, sem o qual o evento não teria sido possível, e num belo bolo de aniversário. À Direcção da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa – Official, que nos possibilitou a utilização da Aula Magna e nos cedeu os espaços para a Noite de Serenatas e para as festas do Festival. À António Mineiro e Andrade, Lda, e em especial à pessoa do senhor Ludgero Mineiro, à Caixa Geral de Depósitos, à @Câmara Municipal de Lisboa, à Junta de Freguesia de Alvalade – Lisboa, aos Pastéis de Belém, à Reitoria da Universidade de Lisboa, à Reprografia Vermelha-fdul, que nos forneceu material gráfico de grande qualidade, à Villas Rufino. Ainda a acrescentar um enorme agradecimento Bombeiros Voluntários de Camarate, pela cedência do pavilhão para dormidas e serviço impar de piquete de prevenção durante o evento. Para finalizar, um enorme agradecimento também ao público que esteve na Aula Magna, mesmo com todo o atraso no início e com a hora tardia em que acab
ou o Festival.

A todos os que tornaram possível este Instância o nosso muito obrigado.

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Vinho de pacote e carrinhos de choque em Borba

No passado dia 13 de Novembro, a VenusMonti deslocou-se ao paraíso vitivinícola de Borba para animar com a sua presença inconfundível o Palco Borba Jovem da Festa da Vinha e do Vinho, que aí ocorreu. Foi um fim de semana inolvidável, em que chegámos, vimos e fomos andar de carrinhos de choque, com um rally em carrinha de caixa aberta pelo meio. De seguida, desfrutámos da hospitalidade borbense, comendo e bebendo como se não houve amanhã, e subimos então a palco para actuar.

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Findo o espectáculo, foi momento de conhecer o grande Quim Barreiros e de, como não podia deixar de ser, encantar as borbenses com as nossas serenatas. Não acabou porém aí a aventura, já que regressámos a Lisboa à boleia. Resta fazer um agradecimento à Borba Jovem (que organizou) e ao Clube de Rugby de Borba (que nos forneceu o transporte de volta).

Mais Uma Moedinha, Mais Uma Voltinha

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Neste Domingo, 18 de Outubro, fomos passear à Vila de Famões, a convite da Paróquia local para um evento de angariação de fundos.

Poderiamos resumir assim esta tarde em Famões, mas estariamos a SAM_0021ser poupados nas palavras. O que nos esperou foi uma sala cheia de boa gente que não se coibiu de cantar e dançar connosco. Sob os aplausos de tal público, só pudemos dar o nosso melhor e retribuir com um bom espectáculo musical.

Como nem tudo é música, esta deslocação deu para tudo. Comboios, danças, futeboladas com uma bola de praia (RIP) e piões com um carrinho de compras. E assim se passou mais um Domingo.

Resta fazer um agradecimento à Paróquia de Famões na pessoa do seu padre Ricardo Salvador Ferreira, ao público presente e aos restantes grupos que animaram esta tarde de festa e boa disposição.

Crónica do fim de Setembro

FDUL Experience - Tunas (8 of 14)Antes de mais, decorridas as matrículas da segunda fase de candidaturas ao Ensino Superior, gostaríamos de congratular todos os novos alunos e colegas da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Aqui estaremos para acompanhar o vosso progresso, com música e espectáculos para vos animar nos momentos altos e baixos do curso.

Para vos pôr ao corrente das actividades, a VenusMonti tem andado a percorrer os corredores da Faculdade, em vários horários, a encantar donzelas com as suas serenatas. Já fizemos também o nosso debut do ano no dia 15 de Setembro, a propósito da segunda edição do festival da faculdade, FDUL eXperience. Sobre esta última, já podem ver as fotografias da actuação na nossa página de fotografias.

Temos já o calendário preenchido com algumas actuações, no próximo dia 17 de Outubro, iremos a Famões, alegrar a festa da vila com a nossa música. Logo de seguida, ainda no mês de Outubro, marcaremos presença na festa da Magusto no ISCSP. Para terminar a nossa agenda, por agora, iremos a Borba, no mês de Novembro, para levar a voz de Baco à Festa do Vinho.

FDUL Experience - Tunas (12 of 14)

De resto, andamos a preparar várias surpresas na nossa própria casa, a Faculdade de Direito de Lisboa. Deixando um pequeno teaser, pretendemos continuar a encantar as formosas moças com as nossas serenatas nas próximas semanas. Este ano promete ser longo mas estaremos sempre presentes, a celebrar o nosso 20º aniversário em conjunto com todos os elementos da faculdade, sejam alunos, docentes ou funcionários.

Permitam-nos terminar informando que os ensaios já começaram, todas as terças e quintas pelas 18h, na sala da Tuna, porta vermelha/preta ao fundo do corredor da AAFDL.

No momento do início

emblema20anosfDepois de um ano intenso, em que actuámos mais do que nunca, da Cidade Universitária à Suiça, e depois de umas férias para viver e descansar, aprontamos agora um novo ano. É sempre um início, sem deixar de ser uma continuação. Ano novo, com novos projectos e renovada ambição, de fazer mais. Continuação também de um percurso, o da Venusmonti, instituição musical mas também espaço de aventuras inesquecíveis. Mas este é ainda um ano especial para Venusmonti, que celebra o seu 20º Aniversário, e fá-lo com um programa que pretendemos que honre a história desta Tuna. Para começar, apresentámos o emblema comemorativo deste marco.

Aos novos caloiros, para quem este momento é muito mais do que para nós um início, desejamos o maior dos sucessos num curso exigente e numa faculdade exigente, que o é não só quanto ao curso propriamente dito. Da nossa parte, estamos sempre disponíveis para ajudar no que for necessário, e para fazer a nossa parte para que a Faculdade de Direito de Lisboa seja um espaço interessante e estimulante, contribuindo com a nossa música e animação.

Este é, para todos, um ano de oportunidades, algumas que já se vislumbram, outras que surgirão. Um ano também de desafios. Sejam assim bem-vindos a esta nova viagem.

Magister Vinil

Novas Etapas

É verdade, aproveitamos este post para informar os mais esquecidos, do que está a chegar

Sejam bem-vindos as nossas próximas actuações:
1. Dia 10 de Março: Cerimónia de celebração do aniversário da AAUL, Salão Nobre da Reitoria, 18h30;
2. Dia 12 de Março: Enterro do Caloiro, FDL;
3. Dia 19 de Março: Noite de Fados e Tunas, FDL;
4. Dia 21 de Março: Encontro de Tunas da Academia de Santo Amaro, Alcântara, a partir das 15h;
5. Dias 10, 11 e 12 de Abril: IV Botelhas, Suiça.

Atenção, após a nossa digressão aos Açores no ano passado e a oportunidade de adquirir dois novos prémios, temos agora a oportunidade, de pisar outro solo europeu que não o português!

Actualizações

Actualizações

Como é notável, foram feitas modificações no aspecto do nosso site. Com este novo look, mais simples e limpo, foram feitas também actualizações um pouco por todo o site. Assim, este conta agora com:

– Galeria actualizada de fotos com fotografias que fomos tirando neste ano – na página “Fotografias”;
– Uma nova página de música onde poderão ouvir algumas gravações nossas.

Planeamos fazer mais alterações nos próximos tempos, fiquem atentos!

Entrevista com o PortugalTunas

Recentemente fomos entrevistados pelo PortugalTunas, deixamos aqui transcrito o texto da mesma.

“1. Venusmonti: Qual a origem do vosso nome? É possível sabermos ou nem por isso?

O nome VenusMonti surgiu de uma brincadeira entre os nossos fundadores. Um deles tinha por hábito brincar com latim vernáculo e, segundo palavras do próprio, nas derivações do verbo “conacere” (“conhecer” numa versão aldrabada) acabou sair um “conachatum” para a terceira pessoa do plural (“conheceram”), desse mesmo “conachatum” à piada do monte-de-Vénus foi um pequeno salto para a mente de um universitário. Os restantes fundadores, achando piada, decidiram baptizar a recém-criada tuna de VenusMonti.

 

2.Vocês fundaram-se em 1996, no dia da Liberdade, 25 de Abril. Sendo vocês uma Tuna de uma Faculdade com vasta tradição no campo das liberdades, como vêm a vossa Tuna nesse contexto?

Na verdade, a Tuna surgiu antes do 25 de Abril. A nossa Tuna aparece no contexto de uma cisão da Tuna Mista, começando a ensaiar no início de 1996. Dia 25 de Abril é considerada a data da fundação por se tratar da data da primeira actuação, em Abrantes, enquanto VenusMonti – Tuna Académica da Faculdade de Direito de Lisboa.

Não obstante, o aniversário oficial é sempre comemorado nesta data, que também foi o dia escolhido para os vários festivais (I, II e III Instância – 2001, 2002 e 2004 respectivamente).

Quanto à nossa faculdade, se é inequívoco o seu papel histórico, há hoje ali uma degradação clara do associativismo jovem, pouco diferente de certas lógicas aparelhísticas dos nossos principais partidos. E os processos eleitorais reflectem isso mesmo. Pensamos que a VenusMonti pode ter um papel fundamental, porque o que fazemos representa uma marca da diferença facecinismo e cinzentismo tão em voga pela faculdade, a que Bolonha só veio contribuir, procuramos, através da música, dar alguma cor à comunidade estudantil da nossa Academia.

 

3. Tiveram desde 1996 altos e baixos, como todas as tunas certamente tiveram. Como foi esse percurso até aos dias de hoje?

Houve no início um ciclo que culminou no nosso primeiro festival em 2001, percurso feito de crescimento da instituição e de muito trabalho musical. Esta base solidificou-se e foi-se mantendo constante nos três anos seguintes. O que sucede, em 2004, é resultado de uma renovação geracional que não correu bem, depois de vários problemas internos deu-se um grande e abrupto decréscimo de elementos, seguindo-se um interregno de actividade, com eventos esporádicos, que viria a durar até 2009. A partir de 2010 houve um novo impulso de crescimento, tanto a nível de membros como a nível qualitativo, dificultado pelo ambiente específico da nossa faculdade e por Bolonha, com muitos estudantes a focarem-se no curso e não em actividades que, sendo importantes até para a formação, são vistas algo como “perda de tempo”, como desvio do essencial, mas também dificultado por alguma falta de referências por parte desta nova geração, que tem algo de autodidacta.

 

4. No seio Lisboeta onde se enquadram? Numa perspectiva mais musical da tuna ou numa vertente mais ligada às tradições universitárias?

A Tuna como instituição é uma entidade demarcada, tanto que muitas já se encontram registadas enquanto associações independentes. Um papel e objectivo claro: Música. A própria Tuna Estudantil/Académica/Universitária portuguesa, enquanto instituição, é de tradição universitária. Todavia, ser parte da tradição universitária não deve servir de desculpa para que se confunda Tuna com Praxe. Os participantes podem ser os mesmos nos dois universos, mas estes devem sempre ser considerados distintos.

A actual confusão de que as Tunas, enquanto grupos de estudantes, devem estar vinculadas à Praxe tem como base do equivoco dois aspectos a salientar: Em primeiro lugar o uso de um traje estudantil. Nas últimas décadas assistiu-se a uma deturpação do significado do mesmo, deixou de ser um traje distintivo da classe estudantil para passar a ser um traje do praxista. O segundo deve-se ao facto dos autoproclamados organismos de Praxe quererem expandir progressivamente o seu poder. E há quem deixe. Os grupos que preferem submeter-se a organismos de Praxe passam uma imagem diferente do que são, ao invés de se definirem a si mesmo como um grupo musical, acabam por se autoproclamarem como uma trupe musical. De notar que isto não é uma crítica, cada um terá o poder e a liberdade de ser aquilo que quiser, desde que se assumam enquanto tal.

Na nossa opinião, uma Tuna Académica veste “Capa e Batina”, ou o traje que adoptar, somente e apenas por se tratar de um grupo de estudantes e esta ser a indumentária que distingue a classe estudantil da restante sociedade.

Em suma, na nossa opinião, a instituição Tuna existe, ou deveria existir, como um grupo musical, em primeiro lugar, sendo esse o objectivo que prosseguimos em primeiro lugar. Tudo o resto é secundário.

 

5. Porquê Salamanca como “cidade de eleição”? Querem partilhar essa experiência? Espanha diz-vos muito enquanto Tuna?

A ligação da nossa Tuna com Salamanca remonta, ao que conseguimos apurar, a 1999.* Ano em que os membros da altura decidem fazer uma viagem, em ambiente de tuna, a essa cidade castelhana. Ora, essa viagem tornou-se um hábito e, sempre que podiamos, viajavamos até lá, chegando a tornarmo-nos conhecidos dos habitantes. Chegou ao cúmulo de a VenusMonti ir passar o ano novo a um bar chamado El Yunque a convite das donas do mesmo. Posteriormente, essas mesmas donas receberam um convite para virem assistir ao nosso primeiro festival, I Instância.

No ano do I Instância, 2001, numa das várias viagens a Salamanca a VenusMonti cruzou caminho com a Tuna de Medicina de Salamanca, tornando-se amigos, também estes receberam, e aceitaram, participar no festival. Mais tarde, os membros da Tuna local começaram a organizar Rondas para a nossa Tuna, a actividade de sair à rua e cantar serenatas à janela de donzelas. Prática que fizemos questão de trazer connosco de Espanha e repeti-la, ainda hoje, pela cidade de Lisboa.

Salientamos o facto de existir, pelo menos, um membro da VenusMonti que pertence à Tuna de Medicina de Salamanca.

De toda esta história com Salamanca foram adoptados certos valores e actividades tuneris características das tunas castelhanas pela nossa Tuna. Valores esses que ainda hoje estimamos e respeitamos.

 

6. Como vêm o actual panorama nacional de tunas estudantis?

Pensamos que se criou, com os festivais, um circuito fechado, em que Tunas actuam para Tunas, precocupando-se com a sua imagem dentro da comunidade, mas pouco com a sua imagem na sociedade em geral (que não é muito positiva). Pensamos que o futuro exige trabalho (e criatividade) em termos artísticos e também na diversificação dos “palcos”. Que a Tuna não se afunile, que vá para a rua, que faça serenatas fora do concurso de serenatas, que espalhe música pelos mais diversos locais, sem se confinar a Teatros com aquelas características específicas ou ao certame competitivo.

Quanto ao problema da falta de membros, não acreditamos, de todo, que uma certa imagem negativa, como adereçámos, seja irrelevante para as dificuldades de recrutamento. Mas Bolonha e a crise económica acarretam consigo consequências e uma certa diminuição de membros é inevitável. Não somos tão pessimistas ao ponto de perspectivar uma extinção em massa, embora achemos que as Tunas se vão ter de reorganizar e habituar a trabalhar com grupos mais pequenos. Alguns desaparecimentos acontecerão, mas pensamos que uma Tuna não precisa de 40 membros para ser uma grande Tuna. Poderá o futuro passar também por vermos Tunas que, sendo mais pequenas, são capazes de apresentar propostas musicais de grande valor, desde que sejam exigentes consigo mesmas e focadas no seu objectivo primário: a música.”

 

In PortugalTunas

PortugalTunas.com

 

*Após correcção, em comentário a este artigo, do nosso caro Tiago, o Tuno Argentino, onde diz “remonta a […] 1999” deverá ler-se “remonta a […] 1997”. Grande abraço de volta, Tiago.

VenusCrónicas

Após a nossa breve passagem por margens recheadas de ananás e lacticínios, a VenusMonti foi convidada pela (ex)direcção da Associação Académica da Faculdade de Direito de Lisboa a fazer parte da Festa do Enterro do Caloiro, a qual teve lugar na nossa Casa no passado dia 6 de Março, convite ao qual não nos fizemos rogados e ainda pudemos contar com a presença dos ilustres Cigano e Matrix, aos quais agradecemos a sua disponibilidade e ajuda, e claro, ao pessoal do som, sem os quais não teria sido possível uma tão brilhante actuação para a massa estudantil da nossa faculdade que marcou presença no evento.

Mas não nos quedamos por aqui. Já no final do mês de Maio (dia 25, para ser mais exacto), no desenrolar da Semana dos Núcleos da AAFDL, a Magnífica juntou-se à TAPCE – Tuna Académica de Psicologia e Ciências da Educação (da Universidade de Lisboa), Tusófona Real Tuna Lusófona e Barítuna – Tuna Feminina da Faculdade de Direito de Lisboa, para um Encontro de Tunas, que, apesar de parca assistência, conta a boa disposição e, como sempre, a música.

 

Por último, findadas as festividades da época pascal, a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa abriu as suas portas aos alunos do Ensino Secundário no dia 29 do passado mês de Abril para estes terem a possibilidade de mudar de ideias e evitar um futuro certamente trágico que o nosso curso e a nossa Academia tão bem promovem. Como não poderia deixar de ser, alguns dos nossos membros dialogaram com tais seres sobre a história da VenusMonti e das tunas, no geral (não é assim, Wally?). Para fechar o dia em grande, fomos dar uma volta à Baixa, em jeito de ensaio, alegrando as moças em vésperas de feriado, com as nossas tão sublimes serenatas, sempre na companhia de um maluquinho qualquer. 

Enfim, mais do mesmo, mas sempre no bom caminho!

 

Arauto

Do 2º INVENTIO

A VenusMonti, Tuna Académica volta da ilha de S. Miguel assoberbada pela experiência. De volta à Lisboa que deixámos para trás, trazemos os prémios de melhor solista e melhor serenata, mas talvez mais importante ainda, trazemos a certeza de querer voltar à terra que tão bem nos quis e à companhia da TAUA, tuna anfitriã que nada nos deixou faltar. À Tum’Acanénica e à Rauss Tuna, que por pouco não adoptavam alguns dos nossos, muito obrigado pela companhia.

À família do Arauto, agradecemos sem palavras que cheguem para o exprimir. Obrigado por tudo. Têm uma prole muito bonita, até o Arauto.

Finalmente, não menos importante, obrigado à AAFDL, em particular à Francisca Soromenho e ao João Frazão por reconhecerem em nós a alma e dignidade da nossa casa que querem representada pelo nosso país e ao Matrix por nos ter legado o espírito desta tuna, que é nosso e só nosso.

A todos os que ajudaram a VenusMonti a soar como uma tuna deve soar, pelo apoio, dedicação, pelas horas que deviam estar a trabalhar e não estavam, do Carcaças ao Cigano, do Piranha ao Jota Cê, do Repórter ao grande Russo, a todos os antigos veteranos que deram direcção a uma tuna de gente jovem e imberbe que sozinha tentava encontrar o norte: muito obrigado. E é só para dizer que isto vai encaminhado. 

Magister Frei Ossos